Eg songane søkte
Eg songane sende
Då den djupaste brunni
Gav meg dråpar så ramme
Av Valfaders pant
Alt veit eg, Odin
Kvar du auge løynde
Kven skal synge meg
I daudsvevna slynge meg
Når eg på helvegen går
Og dei spora eg trår
Er kalde, så kalde
Årle ell I dagars hell
Enn veit ravnen om eg fell
Når du ved helgrindi står
Og når du laus deg må rive
Skal eg fylgje deg
Yver gjallarbrui
Med min song
Du blir løyst frå banda som bind deg
Du er løyst frå banda som batt deg
Deyr fé
Deyja frændur
Deyr sjálfur Ið sama
En orðstír
Deyr aldregi
Hveim er sér góðan getur
Deyr fé
Deyja frændur
Deyr sjálfur Ið sama
Eg veit einn
Að aldrei deyr
Dómur um dauðan hvern
Eu busquei os cantos
Eu enviei os cantos
Quando o poço mais profundo
Me concedeu gotas tão potentes
Do penhor do Pai dos Caídos
Tudo sei, ó Odin
Onde escondeste teu olho
Quem cantará por mim?
E no sono da morte me envolverá?
Quando eu caminhar pelo caminho de Hel
E os rastros que eu pisar
Forem frios, tão frios
Cedo ou no declinar do dia
O corvo ainda saberá se eu cair
Quando estiveres diante do portão de Hel
E tiveres de te desprender
Eu segurei contigo
Sobre a ponte Gjallarbrú
Com o meu canto
Serás liberto das amarras que te prendem
Estás liberto das amarras que te ataram
Morrem os bens
Morrem os parentes
Tu mesmo também morrerás
Mas a glória das palavras
Nunca morre
Para aquele que a conquista com honra
Morrem os bens
Morrem os parentes
Tu mesmo também morrerás
Uma coisa eu sei
Que nunca morre
O juízo sobre cada morto
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