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Stýrisvolurin

TÝR

Stýrisvolurin

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Og hvør ið enn klettum ræður ei á vindi vá
Teir hildu um stýrisvøl tá ódnin legði á
"Legg upp í lotið," rópti ein og samdir teir
Hála á stýrisvøl, men alt til fánýtis

Leiðin er løgd, í gróti er høgd
Og eru vit nøgd tá søgnin er søgd

Og skriður tín knørrur fram tað sama hvat tú vil
Teir bardust um stýrisvøl men einki róður til
Og enn vit halda stýrisvøl eins og vit
Halda vit eru fræls, trælborin óspurd so

Fjakka vit øll um kirkjugarðsvøll
Í oyðini høll, um fjarbláu fjøll

Tiltuskað av landnyrðings ódn, og vindurin
Leikar í Miðgarði mól
Til Ásgarðs har Askurin stóð, sum træðrirnir
Lívsins í lotinum har blaktraðu tá

Fjakka vit øll um kirkjugarðsvøll
Í oyðini høll, um fjarbláu fjøll

Og fløtur, vitandi hvat mál vit megna livandi
Og feigdin dregur liðandi, vit vála henni
Tigandi á ting

Fjakka vit øll um kirkjugarðsvøll
Í oyðini høll, um fjarbláu fjøll

Væl vitandi langnunnar leið, men gott er
Tað treystið at val er í vón
Óteljandi leiðirnar tær, men ilt er tað
Treystið at valið er gjørt, leiðin bert ein

Leiðin er løgd, í gróti er høgd
Og eru vit nøgd tá søgnin er søgd

E quem quer que governe os rochedos não governa os perigos do vento
Eles seguraram o leme quando a tempestade caiu sobre eles
Vire contra o vento, gritou um deles, e todos concordaram
Puxaram o leme, mas tudo foi em vão

O caminho está traçado, talhado na pedra
E estaremos satisfeitos quando a história tiver sido contada

E o teu navio segue em frente, não importa o que tu queiras
Eles lutaram pelo leme, mas sem qualquer efeito
E ainda seguramos o leme como se
Acreditássemos ser livres, embora nascidos escravos, sem jamais sermos consultados

Todos nós vagamos pelos campos do cemitério
Pelos salões vazios, entre montanhas azuladas ao longe

Atingidos pela tempestade do vento norte, e o vento
Brinca sobre as areias de Midgard
Até Asgard, onde o freixo (Yggdrasil) permanecia de pé, cujos ramos
Da vida balançavam ao vento

Todos nós vagamos pelos campos do cemitério
Pelos salões vazios, entre montanhas azuladas ao longe

E planícies, conhecendo qual o objetivo que somos capazes de viver
E o destino puxa lentamente
Nós deslizamos para encontrá-lo

Todos nós vagamos pelos campos do cemitério
Pelos salões vazios, entre montanhas azuladas ao longe

Bem conscientes do longo caminho do desejo, mas é bom
Ter a confiança de que ainda existe escolha na esperança
Incontáveis são os caminhos, mas é doloroso
Confiar que a escolha já foi feita, e que resta apenas um único caminho

O curso havia sido determinado, cravado na pedra
E estaremos satisfeitos quando a história tiver sido contada

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