E Porta fechada, discurso abjetoA Eu ainda lembro seu nome completoE Pé ante pé, marcha desgovernadaA Espelho quebrado embaixo da escadaE A melhor maneira de incriminar um caraA É não interromper enquanto ele falaE Amontoado dentro do seu cinzeiroA E o meu cadáver entupindo o bueiroB A E quando foi que você percebeuC#m B Que quando falam é só do passado?B A Que tudo aquilo que você escreveuC#m B A No calendário vai ser canceladoE B G#m Amor, me dê sua mão, me dê um sentidoC#m B A Que não seja ficar te seguindo, eu seiB C#m De novo e de novo, eu não me esqueciG#m F#m Como posso? Se não sou melhor que vocêB E nunca sereiB A E quando foi que você percebeuC#m B Que quando falam é só do passado?B A Que cada "eu prometo", seu e meuC#m B A Não passam de papo furadoE B G#m Amor, me dê sua mão, me dê um sentidoC#m B A Que não seja ficar te seguindo, eu seiB C#m De novo e de novo, eu não me esqueciG#m F#m Como posso? Se não sou melhor que vocêB E nunca sereiE B G#m Cercado por tanta razão, acostumado ao perigo de estarC#m B A Sentado virado pra láB E não ver, o sol se pondoC#m G#m Eu não me esqueci, como posso?F#m G#m B G#m Você jamais deixaria, não é?F#m G#m A B Você jamais deixaria, não é?E Não é
Dejeto
Sem Carne de Texugo
- A
- B
- C#m4
- E
- F#m
- G#m4
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Tom: