Eu queria te dar a minha palavra Io vorrei darti la mia parola Te dizer: Não vejo a hora de esquecer tudo Dirti: non vedo l'ora dimenticarmi tutto quanto Eu queria te dizer que não tenho voz Io vorrei dirti che non ho voce Para não ter que falar que não sei mais escolher Per non dover parlare che non so scegliere più
Eu saía de casa com os ossos destruídos Uscivo fuori casa con le ossa distrutte A mente apaixonada, mas por coisas abstratas La mente innamorata, ma di cose astratte Agora não sei o que fazer, não sei mais para onde ir Ora non so che fare, non so più dove andare Eu tenho que me acostumar Mi devo abituare
Eu estava perdida em um redemoinho, como se estivesse presa Ero persa in un vortice, come chiusa in un margine Eu te pedia fábulas, como o mar de Atlântida Ti chiedevo le favole come il mare di Atlantide Tenho medo e admito, faz meses que eu espero Ho paura e lo ammetto, sono mesi che aspetto Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione
Não tenho nada a dizer, quero me libertar Non ho niente da diré, voglio uscire dal margine Pelo menos tente entender o quanto dói partir Almeno prova a capire quanto male fa andarsene Estarei lá, te esperando do outro lado do mundo Starò lì che ti aspetto dall'altra parte del mondo Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione
Só estou com mais pressa, com as mãos no bolso Sono solo più di corsa, con le mani nella tasca E as suas chaves sempre na bolsa E le tue chiavi sempre in borsa Ah, vamos, não se vire também desta vez Ma dai, non voltarti anche stavolta Nos seus olhos eu vejo tudo, não preciso de mais nada Nei tuoi occhi vedo tutto, non mi serve di più
Eu continuo me perguntando se sou eu que estou errada Io continuo a chiedermi se sono io che sbaglio Se perdi tempo e não te dediquei tudo Se ho perso tempo e non ti ho dedicato tutto Mas agora eu sei o que fazer, sei para onde ir Ma adesso so che fare, so dove andare Eu tenho que me acostumar Mi devo abituare
Eu estava perdida em um redemoinho, como se estivesse presa Ero persa in un vortice, come chiusa in un margine Eu te pedia fábulas, como o mar de Atlântida Ti chiedevo le favole come il mare di Atlantide Tenho medo e admito, faz meses que eu espero Ho paura e lo ammetto, sono mesi che aspetto Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione
Não tenho nada a dizer, quero me libertar Non ho niente da diré, voglio uscire dal margine Pelo menos tente entender o quanto dói partir Almeno prova a capire quanto male fa andarsene Estarei lá, te esperando do outro lado do mundo Starò lì che ti aspetto dall'altra parte del mondo Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione