[Intro] A F#m ED E A D/EA F#m Que se prenda a minha língua ao céu daE D E Boca, se de ti, Jerusalém, eu meA D/E Esquecer!A F#m Junto aos rios da Babilônia nosE D Sentávamos chorando, com saudades deE D E D Sião. Nos salgueiros por ali penduramosA D/E Nossas harpasA F#m Pois foi lá que os opressores nosE D Pediram nossos cânticos; nossos guardasE D E Exigiam alegria na tristeza: “CantaiD E D A D/E Hoje para nós algum canto de Sião!”A F#m Como havemos de cantar os cantares doE D E D Senhor numa terra estrangeira? Se de tiE D E Jerusalém, algum dia eu me esquecerD A D/E Que resseque a minha mão!A F#m Que se cole a minha língua e se prendaE D Ao céu da boca, se de ti não meE D E Lembrar! Se não for Jerusalém minhaD A D/E Grande alegria!
Salmo 136 - Que Se Prenda a Minha Língua Ao Céu da Boca -Jmj
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- A
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- D/E
- E
- F#m
Tom:
Composição: José Carlos Banhara, Mariana Banhara Buzzatto e João Antonio Navarro Buzzatto
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