Cassino de malandro

Moreira da Silva

  • Bb
  • Bbm
  • C7
  • D7
  • Dm
  • F
  • F#°
  • Gm
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Tom:
[Intro] Bb F Dm
Gm C7 F
F F D7 Gm Lá no meu cassino, tipo mal acabado, desengonçado pela ventania
C7 Gm C7 F Lá não cessa o vira-baixo noite e dia, dando trabalho à delegacia
F Se o otário ganha, vai sair daquele jeito
D7 Gm Porque entre malandros isto é falta de respeito
Bb F Tem peteleco, teco-teco, solinjada
D7 Gm C7 F Quando a jungusta chega nunca houve nada Aqui são todos camaradas Pode entrar, doutor. A casa é sua
São estivadores, trabalhadores da borracha
C7 Na ronda sou rei, vou lhe explicar porque falei
F Muito considerado, escutem só o meu babado
D7 Mata, tripa, esfolha, e assim fico
Gm Gm Esperando o freguês, porque o otário não tem vez
Bbm Tenho um bom golpe, e no baralho
F D7 Conheço todos os cortes. Não admito
Gm C7 Que algum Vargulino vá lá no meu cassino
F Soltar o fricote - Eu pulo logo no cangote
C7 Tenho bons parceiros, sempre cheios de dinheiro
F No meu famoso cassino, lá também dá bom grã-fino
D7 Promovo a bebida, e no final da partida
Gm F#° Gm O otário é quem perdeu, e quem ganhou tudo fui eu
Bbm F Tenho licença, faço e desfaço tudo com inteligência
D7 Gm C7 F Tenho um criado, que fica a noite inteira no alto da pedreira fazendo o sinal "Fiiiii - corre pessoal! E vem a turma da Central!”
Bb F D7 Gm C7 F Que quando chega baixa o pau
Informações da música

Composição: Raul Marques e Tancredo Silva

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