Ah, Barrabás, se tu soubesse de verdade
Quem era aquele carpinteiro feito prisioneiro
Pra morrer em seu lugar, ele era inocente
Estava preso injustamente quando, em sua frente
Alguém pra lhe julgar, barrabás
Será que ao olhar pra ele não sentiu por ele a dor da traição?
Sabendo quem era o culpado, preferiu ouvir o que dizia a multidão
Liberdade a Barrabás, ao Cristo a crucificação
Ah, se tu soubesse quem era aquele prisioneiro de olhar singelo
Coração sincero, destinado ao sacrifício como um cordeiro
Já cercado por Pilatos, o carrasco, algozes seu
Mesmo assim não hesitou em ser sacrificado
Espancado, moído, coração ferido
Suportou até a morte pelos meus pecados
Barrabás, aquele homem era o filho de Deus
Barrabás, será que ao olhar pra ele
Não sentiu por ele a dor da traição?
Sabendo quem era o culpado, preferiu ouvir o que dizia a multidão
Liberdade a Barrabás, ao Cristo a crucificação
Ah, se tu soubesse quem era aquele prisioneiro de olhar singelo
Coração sincero, destinado ao sacrifício como um cordeiro
Já cercado por Pilatos, o carrasco, algozes seu
Mesmo assim não hesitou em ser sacrificado
Espancado, moído, coração ferido
Suportou até a morte pelos meus pecados
Barrabás, aquele homem era o filho de Deus
Ah, se tu soubesse quem era aquele prisioneiro de olhar singelo
Coração sincero, destinado ao sacrifício como um cordeiro
Já cercado por Pilatos, o carrasco, algozes seu
Mesmo assim não hesitou em ser sacrificado
Espancado, moído, coração ferido
Suportou até a morte pelos meus pecados
Barrabás, aquele homem era o filho de Deus