Am E7 Am minha vida era um palco iluminadoE7 Gm6 eu vivia vestido de douradoA7 Dm A7 palhaço das perdidas ilusõesDm E7 Am cheio dos guisos falsos da alegriaB7 andei cantando a minha fantasiaE7 entre as palmas febris dos coraçõesAm E7 Am meu barracão no morro do salgueiroE7 Gm6 tinha o cantar alegre de um viveiroA7 Dm A7 foste a sonoridade que acabouDm Dm6 Am e hoje, quando do sol, a claridadeC7 A#7 forra o meu barracão, sinto saudadeE7 Am E7 da mulher pomba-rola que voouF#m C#m nossas roupas comuns dependuradasD na janela qual bandeiras agitadasD7 C#7 pareciam um estranho festivalF#7 B7 festa dos nossos trapos coloridosE7 a mostrar que nos morros mal vestidosA C#7 é sempre feriado nacionalF#m C#m a porta do barraco era sem trincoD mas a lua furando nosso zincoD7 C#7 salpicava de estrelas nosso chãoF#7 B7 tu pisavas nos astros distraídaE7 sem saber que a ventura desta vidaA é a cabrocha, o luar e o violão
Chão de Estrelas
Marco Aurelio Seresteiro
- A
- A#7
- A7
- Am
- B7
- C#7
- C#m4
- C7
- D
- D7
- Dm
- Dm64
- E7
- F#7
- F#m
- Gm6
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