Intr.: A7M C#m7 Em7 Eb7(#11) D7M Dm7 G7 C7M Bm7 E7 A7MA7M C#m7 Talvez as palavras não bastem e os olhos não vejam o que existe alémEm7 G/A D7M Quando os versos florescem discretos as paixões do poeta florescem tambémDm7 G7 C7M Talvez seja um cheiro de mato essa réstia de vida que me leva a lutarDm7 G7(11) C7M Nesta terra onde encontro a pureza vou largando as tristezas que somei neste andarBm7 E7(11) A7M Bbº Nesta terra onde encontro a pureza vou largando as tristezas que somei neste andarBm7 E7 C#m7 F#7(b9) F#7 (O que seria do poeta se não existisse a beleza de cada lugar Bm7 E7 A7M Bbº Bis Se a lua sumisse da noite e o vento em açoite gemesse ao soprar) Int.: Bm7 E7 C#m7 F#7(b9) F#7 Bm7 E7 A7MA7M C#m7 Mas enquanto existir um a estrela algum rio que vagueia uma garça no céuEm7 G/A D7M Sempre verde será a esperança e por estas distâncias o poeta terá seu papelDm7 G7 C7M Pois o verso é um pequeno resumo a essência do sumo do que há em cada serDm7 G7(11) C7M E o poeta é quem busca esses rumos nesta parte do mundo que insiste em viverBm7 E7(11) A7M Bbº E o poeta é quem busca esses rumos nesta parte do mundo que insiste em viverBm7 E7 C#m7 F#7(b9) F#7 (O que seria da vida se um dia o poeta sem luz resolvesse calar Bm7 E7 A7M Bbº Bis Sem a sanga pra matar a sede sem a flor sem o verde sem razões pra cantarBm7 E7 C#m7 F#7(b9) F#7 Bm7 E7 D E/D A7M O que seria da vida, o que seria da vida, o que seria da vida sem razões pra cantar
Réstia de Vida
Luiz Marenco
- A7M
- Bbº
- Bm7
- C#m74
- C7M
- D
- D7M
- Dm75
- E/D
- E7
- E7(11)
- Em7
- F#7
- F#7(b9)
- G/A
- G7
- G7(11)
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