Intro: Am F Bm7(b5) E7 Am F Bm7(b5) E7 Am A7 Dm Am E7 Am Dm Am
410-38-310-28-29-28-310-28-110-18-310-28-29-28-310-28-110-18
14-13-26-24-23-35-34-46-45-43-56
Dm
Lá vem natalício perdomo no seu mouro destapado
E7 Am
E um ovelheiro do lado costeando a franja do pala
Dm
Será que andou de cismado numa bailanta argentina
E7 Am A7
Com alguma correntina de pêlo amorenado
Dm Am
Ou uma milonga campeira mesclada com uma carreira
E7 Am A7
Lhe pialou pelo sombreado de um capão de pitangueira
Dm Am
Quem sabe suas razões de andejar nos domingos
E7 A E7 A
São as mesmas destes índios que habitam os galpões
C#m E7
(Que fazem as solidões se multiplicarem nos cascos
Bm7 E7 A Am E7 A (2x)
De um mouro negro ou picaço pra os olhos de alguma china)
Intro: Am E7 Am E7 Am A7 Dm Am E7 Am A7 Dm Am
Dm
Não é só a geografia deste meu povo de campo
E7 Am
Mas também fisionomia de quem tem seu próprio canto
Dm
E alimenta suas raízes com jujos da própria alma
E7 Am A7
Filosofias de calma paciências de acalanto
Dm Am
Este meu povo de campo de geratrizes antigas
E7 Am A7
Mistura de pulperia ternura mansa de rancho
Dm Am
Tem memoriais escondidos nas dobraduras do arreio
E7 A E7 A
De andar nos pastoreios esparramando cultura
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