[Intro] Ab Eb Ab Eb AbEb Venho do campo, onde a indiada se governaAb E tem mais força na perna, quando cobra as precisãoEb Firmo as esporas, onde a estrela da rosetaAb Risca o couro da paleta, no susto de um redomãoEb Cavalo novo, que se assusta é um causo feioAb Há de se firmar no freio, mas com jeito e mão certeiraEb Por quase nada, se corta a boca de um pingoAb Ainda mais se um domingo, se cruza a segunda-feiraDb Eb Por quase nada, se corta a boca de um pingoAb Ab7 Ainda mais se um domingo, se cruza a segunda-feira []Db Faz muito tempo, que estendo pingo na estradaAb E ando de espora atada, calçando no estrivo as botaFm Eb Mais tempo ainda, venho aprendendo com os outroAb Que é o lombo de um potro, que deixa as pernas cambotaDb Faz muito tempo, que estendo pingo na estradaAb E ando de espora atada, calçando no estrivo as botaFm Eb Mais tempo ainda, venho aprendendo com os outroAb Que é o lombo de um potro, que deixa as pernas cambota[Intro] Ab Eb Ab Eb Ab Eb Ab Eb Ab "O Tio Lautério, me deu um baio de regalo Que é um rancho de cavalo, de cruzá o mundo encilhado Me disse ele, que com calma e corda forte E um arremedo de sorte, se faz um pingo domado"Eb E me garante, que com pingo que se assustaAb Geralmente a gente custa, pra tirar sestro e maniaEb Pois acredita em bocal, espora e reioAb Pro causo dum tempo feio, se topar com ventaniaEb Um dia desses, acomodo um do meu jeitoAb E aperto no osso do peito, a cincha no meu lobunoEb E num trancão, no Tio Lautério me apresentoAb Pra mostrar o fundamento das doma do seu alunoDb Eb E num trancão, no Tio Lautério me apresentoAb Ab7 Pra mostrar o fundamento das doma do seu aluno []Db Pois sou do campo, donde nasce o pega-pegaAb E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombroFm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustentoAb E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros!Db Pois sou do campo, donde nasce o pega-pegaAb E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombroFm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustentoAb E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros![Intro] Ab Eb Ab Eb AbDb Pois sou do campo, donde nasce o pega-pegaAb E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombroFm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustentoAb E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros!Db Pois sou do campo, donde nasce o pega-pegaAb E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombroFm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustentoAb E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros![Final] Ab Eb Ab Eb Ab
Pra Poncho que Topa o Vento
Luciano Maia
- Ab
- Ab74
- Db4
- Eb3
- Fm
Tom: