Pra Poncho que Topa o Vento

Luciano Maia

  • Ab
  • Ab7
    4
  • Db
    4
  • Eb
    3
  • Fm
Tom:
[Intro] Ab Eb Ab Eb Ab
Eb Venho do campo, onde a indiada se governa
Ab E tem mais força na perna, quando cobra as precisão
Eb Firmo as esporas, onde a estrela da roseta
Ab Risca o couro da paleta, no susto de um redomão
Eb Cavalo novo, que se assusta é um causo feio
Ab Há de se firmar no freio, mas com jeito e mão certeira
Eb Por quase nada, se corta a boca de um pingo
Ab Ainda mais se um domingo, se cruza a segunda-feira
Db Eb Por quase nada, se corta a boca de um pingo
Ab Ab7 Ainda mais se um domingo, se cruza a segunda-feira []
Db Faz muito tempo, que estendo pingo na estrada
Ab E ando de espora atada, calçando no estrivo as bota
Fm Eb Mais tempo ainda, venho aprendendo com os outro
Ab Que é o lombo de um potro, que deixa as pernas cambota
Db Faz muito tempo, que estendo pingo na estrada
Ab E ando de espora atada, calçando no estrivo as bota
Fm Eb Mais tempo ainda, venho aprendendo com os outro
Ab Que é o lombo de um potro, que deixa as pernas cambota
[Intro] Ab Eb Ab Eb Ab Eb Ab Eb Ab "O Tio Lautério, me deu um baio de regalo Que é um rancho de cavalo, de cruzá o mundo encilhado Me disse ele, que com calma e corda forte E um arremedo de sorte, se faz um pingo domado"
Eb E me garante, que com pingo que se assusta
Ab Geralmente a gente custa, pra tirar sestro e mania
Eb Pois acredita em bocal, espora e reio
Ab Pro causo dum tempo feio, se topar com ventania
Eb Um dia desses, acomodo um do meu jeito
Ab E aperto no osso do peito, a cincha no meu lobuno
Eb E num trancão, no Tio Lautério me apresento
Ab Pra mostrar o fundamento das doma do seu aluno
Db Eb E num trancão, no Tio Lautério me apresento
Ab Ab7 Pra mostrar o fundamento das doma do seu aluno []
Db Pois sou do campo, donde nasce o pega-pega
Ab E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombro
Fm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustento
Ab E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros!
Db Pois sou do campo, donde nasce o pega-pega
Ab E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombro
Fm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustento
Ab E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros!
[Intro] Ab Eb Ab Eb Ab
Db Pois sou do campo, donde nasce o pega-pega
Ab E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombro
Fm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustento
Ab E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros!
Db Pois sou do campo, donde nasce o pega-pega
Ab E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombro
Fm Eb E já lhes disse, donde hay razão, hay sustento
Ab E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros!
[Final] Ab Eb Ab Eb Ab
Informações da música

Composição: Gujo Teixeira e Luciano Maia

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