F C7 F Aparício era um índio largado morador lá da costa da serraC7 F Malandrão muito namorador nos fandangos lá da sua terraC7 F Quando ia dançar vanerão só dançava bem agarradinhoC7 F Era só na base do apertão e a mulher reclamava baixinhoC7 F Não aperta Aparício não aperta não aperta Aparício não apertaC7 F Não aperta Aparício não aperta que esta história vai ser descobertaC7 F Se o velho meu pai está espiando dá peleia e dá morte na certaF C7 F Certas horas o tal de Aparício foi dançar uma vaneira marcadaC7 F Convidou uma morena gorducha que por ele estava apaixonadaC7 F E o salão tava muito apertado era só naquele pega e puxaC7 F Aparício dançava e pulava e apertava a morena gorduchaF C7 F Não aperta Aparício não aperta não aperta Aparício não apertaC7 F Não aperta Aparício não aperta dava gosto de ver esta cenaC7 F A morena empurrava o Aparício e o Aparício puxava a morenaF C7 F De repente o velhão da gorducha era um tal de Maneca PorpícioC7 F Sapateava e gritava na sala hoje é eu que aperto o AparícioC7 F E traçou-lhe o tatu no candieiro e o baile ficou no escuroC7 F Só se ouvia cochichos de velhas e mulher que gritava em apuroC7 F Aperta Aparício aperta aperta Aparício apertaC7 F Não aperta Aparício aperta só se ouvia gritar alapuchaC7 F O Porpício apertava o Aparício e o Aparício apertava a gorduchaC7 F Não aperta Aparício não aperta aperta Aparício apertaC7 F Não aperta Aparício não aperta que esta história vai ser descobertaC7 F Se o velho meu pai está espiando dá peleia e dá morte na certaC7 Não aperta Aparício já parei
Não Aperta Aparicio
José Mendes
- C7
- F
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