[Intro] A F#m Bm EA F#m Bm EA F#m Bm E Eu quis ser a mudança que nunca se fezA F#m Bm E Entre rosas e espinhos soube que talvezA F#m Bm E O mais foi menos, descobrindo pouco a pouco o chãoA F#m Bm E Já não procuro mais amores na televisãoF#m D O teu perfume é neutro e não tem direçãoA E Embora a boca rogue tanto pela perfeiçãoF#m E A voz que rega as flores no mesmo jardimA C# Sequer te alcança pra propôr um fimD A E F#m E E a poesia toma conta do meu coraçãoD A E F#m E Pra te dizer que o florescer se encontra em tuas mãosD A C# F#m E E a cada passo solto de sublimaçãoD A C# C# A luz se apaga e somos flores na escuridãoF#mD A Não há nenhum lugarE F#m Onde os espinhos não vão te cortarD A Se o mal que te matarC# F#m For um jardim gritando pra desabrocharD A C# Teto de vidro que não escurece (estrelas plásticas te enobrecem)F#m D A C# A chama acende mas se adormece (e o teu Jardim de Eden nunca cresce)D A E F#m E E a poesia toma conta do meu coraçãoD A E F#m E Pra te dizer que o florescer se encontra em tuas mãosD A C# F#m E E a cada passo solto de sublimaçãoD A C# C# A luz se apaga e somos flores na escuridãoF#m D A E agora eu sei porque, não voltaria atrásC# F#m D Pra te dizer, talvez precise de um porémA C# C# Pra resgatar em nós um outro eu tambémD A E F#m E E a poesia toma conta do meu coraçãoD A E F#m E Pra te dizer que o florescer se encontra em tuas mãosD A C# F#m E E a cada passo solto de sublimaçãoD A C# C# A luz se apaga e somos flores na escuridãoD A E F#m E E a poesia tomou conta do meu violãoD A E F#m E Pra te dizer que o florescer já teve em tuas mãosD A C# F#m E E a cada passo firme de sublimaçãoD A C# C# F#m A luz se acende e não passamos de pétalas no chão
Flores Na Escuridão
Gustavo Ǥoulart
- A
- Bm
- C#4
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- F#m
Tom: