Rejeito a ordem social Masculina e civilizada Não pertenço à dominação Não vou ser humilhada e domesticada Algo lá fora me chama, selvagem, sufocada Chora junto a mim o horror da vida generificada Vida crucificada, panegiria cidadã Captura a vida transviada Nos campos de trabalho do Leviatã Contra a História de reis, industriais e estupradores em massa Sabotar Forças Produtivas, e a vida artificial da Carcaça Que engole toda vida pra si, em nome do Progresso e suas conquistas Horrores do passado, vitória dos pais sobre nossas vidas Trabalhadores Prisioneiros E soldados morrem Fábricas Prisões E exércitos vivem Vou escapar das mentiras, pra voz que longe esmorece Seja teu Partido e revolução, ou tua banca de machinho cobrando meu patch Foda-se a masculinidade e o poder!