Gigante Gentil

Erasmo Carlos

  • A
  • Am
  • D
  • E
  • Em
  • G
  • G/F#
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Tom:
Intro: Em (8x)
Em G Dizem por aí que eu tenho cara de bandido
A Em E que mastigo abelha só pra degustar o mel
G Que eu faço tipo cafajeste, de um gigante bruto
A Em Que eu sou o espinho do caroço que sobrou do fruto Refrão:
Am D Só que eu não posso com a peneira o sol tapar
G G/F# E Em E pelas curvas da ironia derrapar
Am D Oferecer a outra face, nem pensar
G G/F# E Em Já que um leão por dia eu tenho que matar
Am D Mesmo hostil qualquer gigante pode ser
E Gentil
Em (4x)
Em G Mas quando dizem que o gigante é um morto-vivo
A Em Perdido como um bicho sem carona no dilúvio
Em G Me assusto com o olho podre que vê ele assim
A Em Detonam o gigante e o estilhaço pega em mim Refrão:
Am D Só que eu não posso com a peneira o sol tapar
G G/F# E Em E pelas curvas da ironia derrapar
Am D Oferecer a outra face, nem pensar
G G/F# E Em Já que um leão por dia eu tenho que matar
Am D Mesmo hostil qualquer gigante pode ser
E Gentil (Repete a intro) : Em (8x)
Informações da música

Composição: Erasmo Carlos

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