Em um jardim de facas que crescem em um prédio
Onde flores são armas que descem o concreto
Deu a luz ao grito que mata
Ao som do silêncio vai acabar
Espadas que crescem se estendem e vooam
Feriam a menina de olho cor de rosa
E uma boneca cresce
E um grito dorme no sofá
E nos leva a um abismo falante
No abismo falante, onde as vozes me chamam
Eu sinto que estou perdido
Sinto que vozes atrapalhar os planos
De escapar
Ratos que encolhem nos esgotos
Podem dançar a valsa em um mar de esquecimento
E por defesa eu me anulei o que eu ando dizendo
Ecos do tempo em um mar de espelhos
O vento está falando com tempestade
Na máquina do tempo
Ecos do tempo submergem o que fazer
Quando o tempo se esgotou?