Nada a sério eu levo agora A acreditar nessa demora Sobre aquela letra que eu escrevi Eu penso que isso é só um parto Eu canto baixo no meu quarto O que os vizinho vão pensar de mim? A minha mente a noite inteira É tipo bruxa na fogueira Me condena tudo aquilo que eu não fiz É sempre assim, é sempre assim, é sempre assim Comprei viola, andei de carro Aleister Crowley no armário Nas costas do apagador escrevo a giz Sobre a minha ditadura Essa vontade prematura Que me faz mal aqui embaixo do nariz A transfusão abastecia A cura daquela agonia Eu ajo como aquilo que eu não quis É sempre assim, é sempre assim, é sempre assim Cheque pago já dizia O grande cresce eu sou a viga O mapa astral histórico que diz É minha vida aqui embaixo Mas pra você não dá encaixo Vai contra tua regra de juiz Eu penso que isso é só um parto Eu canto baixo no meu quarto O que os vizinho vão pensar de mim? É sempre assim, é sempre assim, é sempre assim, o que me diz? É sempre assim, é sempre assim, é sempre assim