Estória Esquisita

Dino Franco e Mouraí

  • C
  • F
  • G7
Tom:
(intro) G7 C G7 C
C Eu vou contar uma estória esquisita
G7 Que não é nada bonita, que é até feia de contar É uma estória que alguém pode até achar graça
C Mas que foi uma desgraça que eu nem gosto de lembrar. Um certo dia terminada a colheita
G7 Bem vestido, barba feita fui passear lá na cidade
F C Ir pra São Paulo capital do meu estado
G7 C Foi o meu sonho encantado, sempre eu tive essa vontade.
C Eu em São Paulo ia todo entusiasmado
G7 A olhar pra todo lado vendo coisas pra contar Quando uma loira de voz rouca e tão bonita
C Uma tal Maria Rita me chamou pra conversar. Ela me disse com uma voz rouca em meus ouvidos
G7 - Bem atenda o meu pedido, com você quero morar!
F C Eu retruquei sou um caboclo religioso
G7 C Só se eu for o seu esposo, só se a gente se casar.
C Ela então disse que um segredo possuía
G7 E por isso não podia se casar, como pensei - Mesmo sabendo que não é coisa bonita
C Eu peguei Maria Rita e pro meu sítio levei. Em minha casa, mal a Rita foi entrando
G7 Toda a roupa foi tirando e o que eu vi que mal me fez
F C Levei um susto quando eu vi o segredo
G7 C E eu até corri de medo só voltei depois um mês.
G7 C Pois escutando no rádio, o jornal
G7 C Um repórter policial explicou, eu entendi
F C Aquela loira de voz rouca e tão bonita
G7 C Nunca foi Maria Rita, era um tal de travesti!
Informações da música

Composição: Dino Franco e Agildo C. Mielli

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