Olho pro espelho e não vejo quem eu era antes As horas passam feito sombras hesitantes Tracei rotas pra fugir dessa obsessão Mas todo atalho desemboca na sua mão Onde foi que eu perdi/ a chave do meu próprio querer? Cada mensagem apagada é um grito mudo Você virou meu nada, sendo o meu tudo Eu tento ler os sinais que o destino deixou Mas o manual da paz o vento carregou Sou um rascunho de um sonho que você não assinou E se eu pular nesse abismo de vez? Será que encontro a cura ou outra estupidez? Meu peito é um campo de guerra em silêncio Lutando contra o peso desse sentimento Quem foi o arquiteto que desenhou essa paixão? Que fez a planta baixa do meu modo solidão Eu busco o mestre que ensina a não sofrer assim Pra arrancar esse veneno que você plantou em mim Quero ser o dono da minha própria história E não apenas um rastro na sua memória Se for pra amar, que seja por inteiro! Sem ser refém, sem ser o passageiro! Quem foi o arquiteto que desenhou essa paixão? Que fez a planta baixa do meu modo solidão Eu busco o mestre que ensina a não sofrer assim Pra arrancar esse veneno que você plantou em mim Quero ser o dono da minha própria história E não apenas um rastro na sua memória Sigo buscando o fim desse labirinto Reaprendendo o que é que eu sinto