• A
  • A7
  • B7
  • Bm
  • C#7
  • D
  • E
  • E7
  • F#m
  • G
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Tom:
[Intro] E7 A E7 A E7
A C#7 O rio vai descendo a serra
F#m A7 Vai molhando a terra seca do sertão
D Bm Vai formando uma corrente
E7 Feito uma serpente solta pelo chão E a água do seu leito
A C#7 F#m É leite no peito da mãe plantação
B7 Que vai eliminar a fome
E7 E matar a sede de toda nação
A C#7 O rio vai criando filhos
F#m A7 Vai regando milho, arroz e feijão
D Bm Vai seguindo o seu caminho
G E7 Segue seu destino, sua direção Depois que vem a colheita
A C#7 F#m O rio sempre aceita dos canaviais
B7 E7 O bagaço do alimento e a sobra de tudo
A D A Que ninguém quer mais
E7 Rio que não tem carinho
A Qualquer dia desses vão te dar valor
E7 Nasce limpo e morre sujo
A Envenenam tudo, até o próprio amor
C#7 Será que eles não percebem
F#m D Que a natureza pede pra viver
A Enquanto vai morrendo o rio
E A Nada em sua volta poderá nascer
( E7 A E7 A E7 )
A C#7 O rio vai criando filhos
F#m A7 Vai regando milho, arroz e feijão
D Bm Vai seguindo o seu caminho
G E7 Segue seu destino, sua direção Depois que vem a colheita
A C#7 F#m O rio sempre aceita dos canaviais
B7 O bagaço do alimento
E7 A D A E a sobra de tudo que ninguém quer mais
E7 Rio que não tem carinho
A Qualquer dia desses vão te dar valor
E7 Nasce limpo e morre sujo
A Envenenam tudo, até o próprio amor
C#7 Será que eles não percebem
F#m D Que a natureza pede pra viver
A Enquanto vai morrendo o rio
E A Nada em sua volta poderá nascer
A C#7 O rio vai descendo a serra
F#m A7 Vai molhando a terra seca do sertão
Informações da música

Composição: César Augusto e Mário Marcos

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