Intro: D A DA Já cantei os meus cavalos, já cantei os meus amoresG F#m A D Pros cavalos dei arreios e pra elas levei floresG F#m A D Meus cavalos me levaram, junto ao destino de andarG F#m A D Nos cavalos tenho a vida, preso a vida meu cantarG D Pitaluga de luzeiro, um gateado escarceadorBm A D Vem nas bragas fulgurando, traços rubros de uma florG D Pitaluga de luzeiro, com luzeiros no olharG F#m A D O que ele traz nos olhos, trago eu no meu cantarG D Canto mais um pingo bueno, companheiro de jornadaBm A D Quando levo o pé no estribo, eu garanto a gauchadaG D Se eu tapeio o aba-larga, por garboso abano a crinaG F#m A D E campeio a flor mais xucra para trança de uma chinaG D Pitaluga de luzeiro, um gateado escarceadorG F#m A D Vem nas bragas fulgurando, traços rubros de uma florG D O maior dos meus pecados, eu pequei por um encantoBm A D Foi o roubo de uma flor, que floria um camposantoG D Na mais alta cruz de ferro, palanquiei o meu bragadoG F#m A D Pela alma do meu flete, foi só meu este pecadoG D Pela flor que dei pra china, o pecado foi desfeitoBm A D Pois decerto o falecido, me perdoou deste malfeitoG D Espantou-se o pitaluga, quando a china fez a cargaG F#m A D Por um beijo nem deu tempo de sacar meu aba-larga
Pitaluga de Luzeiro
Arthur Mattos
- A
- Bm
- D
- F#m
- G
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Tom:
Composição: Rafael Teixeira Chiapetta, Lisandro Amaral e Guilherme Collares
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